Nossas Cirurgias



Cirurgia para  correção dos  pequenos  lábios também conhecida como linfoplastia ou lábioplastia.


O aumento dos pequenos lábios pode levar ao desconforto e ao constrangimento de muitas mulheres, passando a evitar a utilização de roupas justas e exposição frente às outras mulheres ou mesmo ao seu parceiro. 

Os pequenos lábios vaginais se projetam a frente dos grandes lábios, ficando sobressalentes levando ao desconforto. 

A proposta da cirurgia é a retirada apenas do excesso dos pequenos lábios para devolver a harmonização estética da região, reestabelecendo o conforto e bem estar à paciente.

A recuperação cirúrgica é rápida e com pouca dor, podendo retornar ao  trabalho 2 dias após  procedimento. 






Dr. Edvaldo Cavalcante

É um procedimento cirúrgico conservador para o tratamento do mioma do útero, isto é, a retirada dos miomas sem a retirada do útero.

Existem 4 técnicas para realizar essa cirurgia: Laparotomia, Videolaparoscopia, Histeroscopia e Cirurgia robótica.

Laparotomia ou via Abdominal clássica – Através de uma abertura cirúrgica da parede abdominal, o cirurgião realiza a retirada dos nódulos de mioma. Essa técnica tem a vantagem de permitir ao cirurgião operar úteros de grande volume e com inúmeros nódulos de mioma, além de facilitar a reconstrução do útero após retirada desses nódulos.


 

 

Videolaparoscopia - São cirurgias realizadas através de pequenas incisões na pele (5-10 mm), com auxílio de câmeras e monitores. O cirurgião pode abordar o útero para retirada dos nódulos.

Possui algumas restrições quanto a localização, número e tamanho dos nódulos  aliado a experiência da equipe médica .
 

 

Possui a vantagem de ser uma cirurgia minimamente invasiva com todos os seus benefícios - diminuição da dor no pós-operatório; menor tempo de internação; cicatrizes menores; retorno mais rápido às atividades rotineiras; menor índice de infecção.

 

 

Assista ao vídeo:

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Dr. Edvaldo Cavalcante

 

 

Cirurgia realizada por via vaginal (sem cortes). O cirurgião utiliza um sistema com câmera e alça de corte denominado histeroscópico. Essa via fica restrita para os miomas submucosos ou parcialmente submucoso, isto é, que se localizam dentro da cavidade uterina.

 

 

Dr. Edvaldo Cavalcante

Sabe-se que uma das causas mais comuns de infertilidade, está relacionada à obstrução das trompas de Falópio (ou tubas uterinas). Quando estão bloqueadas ou danificadas, elas impedem o encontro do óvulo com o espermatozóide, inviabilizando a gravidez.

Como solução ao problema, é comum a indicação de uma microcirurgia para tentar desbloquear ou abrir as tubas uterinas. Porém, nem sempre este procedimento é bem sucedido, além disto, expõe a paciente aos riscos de uma cirurgia.

Por isto, ao longo dos últimos anos, técnicas de radiologia intervencionista foram aprimoradas e utilizadas para realizar o desbloqueio das tubas uterinas com excelentes resultados, e com muito menos riscos em comparação ao procedimento cirúrgico. É a chamada Recanalização Tubária através da Radioscopia, e em alguns casos, pode ser realizada também através da Histeroscopia.

Veja abaixo as perguntas mais comuns a respeito da Recanalização Tubária:

 

1) O que é a Recanalização Tubária?

 

É o procedimento que avalia e tenta abrir ou desobstruir as tubas uterinas para viabilizar a gravidez.

 

2) Quais são as indicações para a realização deste procedimento?

 

Para saber se uma paciente tem indicação para realizar a recanalização tubária, é necessário que antes seja submetida a um exame chamado Histerossalpingografia (HSG). Neste exame, que é feito através do Raio-X com contraste, é possível avaliar a cavidade uterina, bem como as tubas uterinas. Se a obstrução na tuba estiver próxima à saída do útero, está indicada a Recanalização Tubária.

 


3) Como é realizada a Recanalização Tubária?


 A Recanalização Tubária é muito parecida, em alguns aspectos, com o exame de histerossalpingografia. O procedimento é todo feito através da radioscopia, em ambiente hospitalar com anestesia, sem a necessidade de qualquer incisão abdominal.
 Através da vagina, o médico insere um pequeno tubo (cateter) para dentro da cavidade uterina. Por dentro deste cateter, insere-se um fio flexível (fio guia) com espessura aproximada de 1mm de diâmetro que chegará até as tubas uterinas, alcançando o ponto aonde há o bloqueio. O segmento ocluído é suavemente manipulado através deste fio flexível e o bloqueio é removido. Também, é feita uma rápida injeção de contraste que ajuda a eliminar ou expulsar qualquer detrito, se presente; além de contrastar toda a tuba para comprovar a desobstrução. Este mesmo procedimento também pode ser realizado através da Histeroscopia, sem a necessidade da utilização do contraste.

 

>>Histerossalpingografia prévia à recanalização tubaria


 

 

>> Processo de Racanalização tubária


    

 

>>Histerossalpingografia 3 meses após à recanalização tubaria


 

4) Qual é o tempo de recuperação do procedimento?


A recanalização tubária é feita através de uma leve sedação. Por este motivo, a paciente é liberada logo após o procedimento, sem necessidade de internação. Após três meses do procedimento, caso não tenha ocorrido à gravidez, a paciente deve realizar um novo exame de Histerossalpingografia para confirmar se não houve nova obstrução. Havendo nova obstrução, o procedimento pode ser realizado novamente.

 

5) Quais são as chances de sucesso?


As chances de sucesso dependem do tipo de obstrução que a paciente apresenta. Nos casos em que a obstrução se encontra logo próximo da saída do útero, a recanalização é bem sucedida em cerca de 90% das pacientes. Além disso, as taxas de sucesso variam de acordo com:

*Idade da paciente: quanto mais jovem a paciente, melhores as chances de sucesso;

*a causa subjacente específica do bloqueio: quando o bloqueio é causado por infecções, a recanalização se torna mais difícil;

*Não ter havido qualquer tipo de cirurgia anterior nas trompas;

*Se uma ou ambas as tubas estão bloqueadas;

*Se existem ou não quaisquer outras causas de infertilidade;

*Se existem aderências causadas por outras doenças, como por exemplo, a endometriose.


          Em alguns casos, é necessário que a paciente seja submetida a uma videolaparoscopia para que sejam tratadas as outras causas de infertilidade, e ao mesmo tempo se realize a desobstrução das trompas.

 

6) Quais os riscos deste procedimento?


Como dito anteriormente, utiliza-se apenas uma leve sedação, pois o procedimento pode ser desconfortável e causar cólicas. A paciente pode apresentar sangramento menstrual por alguns dias. Existe um pequeno risco de infecção que pode ser minimizado através de antibióticos prescritos pelo médico antes da realização do procedimento. Apesar disto, todas as pacientes são orientadas a retomar suas atividades normais, incluindo as relações sexuais.

 

7) Quais lugares oferecem o procedimento de Recanalização Tubária?


Apesar de ser um procedimento que já existe há algum tempo, poucas clínicas, no Brasil, oferecem esta opção. Na Clínica Paulista de Cirurgia Ginecológica (CPCG) é possível realizar a Recanalização Tubária, tanto por radioscopia, quanto por histeroscopia. Para ter maiores informações, agende uma consulta de avaliação e tire todas as suas dúvidas.

 

Dr. Edvaldo Cavalcante

 O que é Essure?

O procedimento Essure é a solução ideal de contracepção para mulheres que não querem ter mais filhos. Trata-se de uma tecnologia de ponta que a liberta do esquema temporário de contracepção e permite que você desfrute completamente do seu relacionamento com seu parceiro e com seus filhos.
 

Essure oferece às mulheres e aos casais o que a ligação de trompas e a vasectomia não podem oferecer

• Nada de cortes, cauterizações ou cicatrizes

• Sem necessidade de anestesia geral

• Sem hormônios

• Sem incertezas – seu médico é capaz de confirmar a partir de quando você pode confiar no Essure para sua contracepção

• Evita a dor e o tempo de recuperação de uma ligadura de trompas ou uma vasectomia

• Procedimento rápido – a colocação do Essure leva apenas dez minutos

 



 Você nunca precisará se preocupar com uma gravidez não planejada novamente.

Essure impede o encontro do espermatozóide com os óvulos e, assim, diferentemente de alguns dispositivos, a concepção não pode ocorrer. Além disso, ao contrário de anticoncepcionais orais, anéis e o principal dispositivo intrauterino, Essure não contém hormônios que interferem com o ciclo menstrual natural. Sua menstruação deve permanecer praticamente inalterada após o procedimento Essure.

O procedimento Essure é permanente e NÃO reversível. Portanto, você precisa ter certeza de que não deseja ter filhos no futuro.

Sobre o procedimento
O procedimento Essure não requer incisões. Em vez disso, um ginecologista posiciona implantes macios, inserindo-os através de vias naturais do corpo (vagina, colo do útero e útero), nas suas trompas de Falópio.

O procedimento pode ser realizado em uma clínica ou ambulatório, sem anestesia geral, e a maioria das mulheres retoma suas atividades normais dentro de um dia.

Nas semanas seguintes ao procedimento, seu corpo e os implantes trabalham juntos para formar uma barreira natural que impede o espermatozóide de alcançar o óvulo. Durante esse período, você precisará continuar usando outra forma de contracepção (que não seja um dispositivo intrauterino).

Três meses após o procedimento Essure, um médico realizará um teste de confirmação Essure para verificar o posicionamento dos implantes e confirmar que você pode confiar no Essure para a contracepção permanente.

 

Assista o video:

 

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Dr. Edvaldo Cavalcante

A via laparoscópica e secundariamente a cirurgia robótica, são consideradas padrão ouro para o tratamento da endometriose.

 

Essa doença possui algumas particularidades que levam à necessidade de uma avaliação prévia detalhada. A paciente deve ser indagada minuciosamente sobre todas as suas queixas.

 

O exame físico é fundamental para avaliação inicial da extensão da doença. Os exames complementares (Ultrason com preparo intestinal, Ressonância magnética, Colonoscopia, Eco colonoscopia, etc) ajudam confirmar o grau de comprometimento dos órgãos afetados. Nesse momento, um plano cirúrgico é traçado para cada paciente.

 

A cirurgia videolaparoscópica diagnóstica para endometriose, tem sido utilizada cada vez menos. Procuramos utilizar um único ato cirúrgico para tratar todas as lesões de endometriose existentes. Formamos uma equipe médica com todos os especialistas necessários (ginecologista, cirurgião coloproctologista, urologista, etc), evitando assim que a paciente passe por várias cirurgias até atingir o tratamento adequado para a sua doença.

 

Nas pacientes com desejo reprodutivo, o tratamento da endometriose deve ser extremamente conservador. Procura-se devolver aos órgãos pélvicos a anatomia original. Desta forma, pode-se aumentar as chances de gestação futura.

 

Dr. Edvaldo Cavalcante

A Histerectomia ou retirado do útero, pode ser realizada por diferentes vias de acesso: 

 

Histerectomia por via abdominal - Conhecida como laparotômica ou cirurgia abdominal clássica. - a cirurgia é realizada através de incisão igual a da cesariana ou longitudinal mediana.  

 

Histerectomia Vaginal - Toda a cirurgia é realizada por via vaginal sem cortes no abdome. O útero é retirado pela vagina.

 

Histerectomia Laparoscópica - Através de pequenas incisões na pele (5-10 mm) são introduzidas câmera e pinças auxiliares para a realização da cirurgia. O cirurgião opera através de um monitor de vídeo.

 

O útero pode ser retirado pela vagina ou pelo abdome com a utilização de um morcelador (aparelho que fatia o útero em pequenos fragmentos que são retirados pela incisão de 10 mm). 

 

Histerectomia Robótica - como na Laparoscopia , são realizadas pequenas incisões de 8 -10 mm no abdome , onde são acoplados os braços do robô. O útero pode ser retirado por via vaginal ou abdominal.

 

Cada via possui suas particularidades, indicações, contra-indicações , tempo cirúrgico, riscos e complicações. Depende do grau de complexidade da cirurgia, de patologias associadas e da experiência da equipe médica.  

 

A recuperação é melhor e mais rápida pela via minimamente invasiva.

 

 

 

Dr. Edvaldo Cavalcante

Representa o avanço mais significativo em cirurgia minimamente invasiva desta década. Sentado em uma estação de trabalho, o cirurgião opera com uma visão em 3D de alta definição que proporciona melhor capacidade de identificar tecidos planos, vasos sanguíneos e nervos durante a realização do procedimento, ou seja, melhor detalhamento das estruturas anatômicas, movimentos cirúrgicos com maior precisão e melhor campo de visão, proporcionando menor sangramento e maior segurança do ato cirúrgico. 

O robô não opera sozinho. Com as mesmas incisões da videolaparoscopia, o cirurgião realiza todos os seus movimentos através de comandos similares a joystick localizado abaixo da tela de visão. 

Essa tecnologia proporciona ao cirurgião movimentos cirúrgicos com maior precisão e melhor campo de visão. 

Essa superioridade tecnológica é sugerida para cirurgias ginecológicas de maior complexidade, que necessitam de melhor detalhamento das estruturas anatômicas, como endometriose profunda, tumor pélvico, histerectomia e miomectomia de útero de grande volume e Colpossacrofixação para Correção do Prolapso da Cúpula Vaginal.

 


 

Dr. Edvaldo Cavalcante

São cirurgias realizadas através de pequenas incisões na pele (5-10 mm) ou através de orifícios naturais, com auxílio de câmeras e monitores, o cirurgião pode abordar com segurança quase todas as partes do corpo humano. 

Exemplo de cirurgias minimamente invasivas:
- Videolparoscopia;
- Histeroscopia;
- Cirurgia robótica.
- Cirurgia Vaginal


Logo, as cirurgias abdominais serão realizadas por uma única incisão no umbigo ou através de orifícios naturais como: vagina, reto ou o próprio estômago. A primeira é chamada de Single Port, pois é realizada por um único corte. A segunda é chamada de NOTES (Natural Orifice Transluminal Endoscopic Surgery) pois é realizada através de orifícios naturais no qual o mais utilizado é a vagina. 

Benefícios:
• diminuição da dor no pós-operatório;
• menor tempo de internação;
• cicatrizes menores;
• retorno mais rápido às atividades rotineiras;

• menor índice de infecção.

 

Dr. Edvaldo Cavalcante